terça-feira, 19 de julho de 2011

LANÇAMENTO


A história da Umbanda é uma grande pesquisa em construção. Assim, sempre que novos documentos se apresentam, os autores procuram fazer a sua divulgação para que cada vez mais os umbandistas conheçam as origens e o desenvolvimento histórico da sua religião. Esta obra resgata alguns desses documentos e aborda alguns temas que, ao longo da história, têm sido motivo de muitos estudos e polêmicas, como as conquistas dos umbandistas, a Umbanda na Mídia, a metodologia utilizada na pesquisa histórica da Umbanda, pontos de força de um terreiro, obsessores, animismo e mistificação. Quando novos documentos se apresentam é necessário um novo olhar sobre determinado tema. Assim ocorre neste livro, com uma revisão do início da História da Umbanda. Outros temas, de grande interesse dos umbandistas, são tratados à luz da razão, como as oferendas e obrigações à Yemanjá, o uso indevido dos pontos cantados, aspectos históricos do Hino da Umbanda, banhos e defumações. O leitor encontrará ainda nesta obra um resgate sobre reportagens, livros e revistas que muito contribuíram para a divulgação da Umbanda. Uma interessante viagem no túnel do tempo mostra imagens que nos trazem muita saudade de tempos idos e também dos tempos atuais. Leal de Souza reaparece com novos documentos pesquisados e revelados. Esta obra é uma importante contribuição aos milhões de umbandistas que diariamente frequentam os terreiros no Brasil e em outros países.

www.iconeeditora.com.br

Um comentário:

Luciano disse...

Prezado Mestre Hanamatan!

Que Oxalá continue lhe abençoando nessa árdua tarefa! Seus livros estão cada vez mais "deliciosos"! Já estou providenciando o meu exemplar. Parabéns pela incansável iniciativa de resgatar a memória da Umbanda!

Acho que discorrer sobre os meandros históricos de nossa religião é algo difícil e às vezes inglório, dado o "sumiço" de muitos documentos, arquivos e fotos que poderiam resgatar e afirmar a grandeza do nosso culto. Já ouvi dizer, por exemplo, que diversas aparições de Zélio Fernandino e Pai da Matta no rádio e na TV, ocorridas nos anos 70, se perderam por completo! Que prejuízo imensurável! Se os umbandistas não atentarem para o resgate dessa história, correremos o risco de viver uma religião sem "firma reconhecida", ou seja, um culto sem história comprovada, que vive de uma oralidade flácida, sem raízes formais respaldadas por estudos e publicações de qualidade. Mais uma vez, parabéns! Saravá!