sábado, 29 de julho de 2017

HISTÓRIA DA UMBANDA

Lançamento do sétimo volume da obra "História da Umbanda no Brasil". 

Editora do Conhecimento


LANÇAMENTO


Foi lançado hoje pela Sattva Editora o "Manual de Umbanda para iniciantes".
O livro está disponível para venda na lojinha da Cabana de Pai Benguela e a partir de segunda feira no site da editora.
www.sattvaeditora.com.br


Na foto, Diamantino Trindade com Vivian Lerner, presidente da Sattva Editora.

sábado, 10 de junho de 2017

ZÉ PELINTRA - O REI DE ALHANDRA


Duas reportagens da Revista O Cruzeiro (1975 e 1980) tratam da “Cidade Sagrada da Jurema”. Em Alhandra, pequeno município ao sul de João Pessoa, na Paraíba, está situado a “Cidade Sagrada da Jurema”. Foi nesse local que nasceu, em 1813, José de Aguiar, o Zé Pelintra, que, ao morrer com 114 anos de idade, se tornaria um dois conhecidos mestres de linha da Jurema. São centenas de metros quadrados a serem preservados pelas autoridades do Estado. A “Cidade Sagrada da Jurema” é constituída apenas de túmulos dos mestres juremeiros, envolvidos por centenas de pés de jurema. Cada mestre que morria tinha uma semente de jurema plantada em sua sepultura. Servia como identificação para os juremeiros. Os pés de jurema desenvolveram-se de tal forma na região, servindo de esconderijo para os mestres sepultados, que hoje o campo nem pode servir de pastagem para o gado.
Mas quem foi Zé Pelintra? Descendente dos Tabajaras, José Alves de Aguiar – seu verdadeiro nome – era filho da índia Tuiara e do escravo negro Ambrozio Aguiar. Nascido em Estiva, município de Alhandra em 1808, para uns e 1813 para outros, viveu sempre como agricultor trabalhando em propriedades particulares e nas horas de folga tinha como orientador espiritual o índio Inácio de Barros, que pregava a cultuação dos espíritos que se tornavam mestres, pela força de sua mediunidade. José de Aguiar, vulgo Zé Pelintra, foi o mestre que mais viajou pelo interior nordestino justificando a fama que adquiriu.
O leitor deve estar perguntando: E o Zé Pelintra da malandragem carioca que povoa o imaginário de milhões de umbandistas? Vamos primeiro entender o significado do vocábulo pelintra. Nos dicionários encontramos a seguinte definição: Indivíduo pobre, mas com pretensões de aparecer; figurar. No entanto, Dalmo Ferreira, autor do livro “Zé Pelintra – O Rei da Noite” apresenta algo mais abrangente. Segundo o autor “pilantra” é o malandro mais esperto e mais esperto que o “pilantra” é o “pelintra”.
O Zé Pelintra da malandragem carioca é José Gomes da Silva que nada tem a ver com o José Alves Aguiar, o mestre da jurema. José Gomes da Silva nasceu em Pernambuco e chegou ao Rio de Janeiro com 17 anos de idade, em 1917, proveniente do Recife e se tornou um dos mais famosos malandros da Lapa e do Estácio. O que o dois tem em comum é o nome José. Quem desejar conhecer mais sobre a vida do Zé Pelintra da malandragem carioca leia a obra de Dalmo Ferreira.
As imagens a seguir mostram o Babalorixá Carlos Leal (já desencarnado) em preparativos para ritual da Jurema. Em seguida o mesmo Babalorixá diante do tumulo de Zé Pelintra na “Cidade Sagrada da Jurema”. E ainda, o famoso Pai José Ribeiro incorporado com Zé Pelintra juremeiro e a imagem tradicional do Zé Pelintra da malandragem carioca.











segunda-feira, 5 de junho de 2017

LANÇAMENTOS


Em breve teremos as duas primeiras publicações da Casa de Cultura Umbanda do Brasil.
Retratos e Registros Históricos da Umbanda - Parceria com a Editora Bagaço (Recife)Manual de Umbanda para iniciantes - Parceria com a Sattva Editora




segunda-feira, 22 de maio de 2017

IMAGENS DA PALESTRA NA UMBANDARTE





PALESTRA NA UMBANDARTE

Ontem, 21 de maio de 2017, tivemos a palestra "História da Umbanda no Brasil" na Umbandarte.

Uma tarde maravilhosa com muitos irmãos e irmãs de fé e com as minhas queridas Juliana e Dany. 




terça-feira, 11 de abril de 2017

WORKSHOP


No último sábado, 9 de abril, tivemos, nas dependências da Cabana de Pai Benguela, o V Workshop: Exu - O Senhor dos Caminhos..
Um sucesso com os 32 participantes atuando de forma intensa.
Em breve abriremos as pré-inscrições para o VI Workshop. Divulgaremos também os novos eventos.









sábado, 1 de abril de 2017

PALESTRA

No dia 21 de maio teremos a primeira atividade externa da Casa de Cultura Umbanda do Brasil.
Palestra: A História da Umbanda no Brasil.
Umbandarte

sábado, 18 de março de 2017

HISTÓRIA DA UMBANDA NO BRASIL


Tivemos neste sábado a Palestra: História da Umbanda no Brasil ministrada por Diamantino Fernandes Trindade nas dependências da Cabana de Pai Benguela.
Estiveram presentes 50 pessoas. Agradecemos pela intensa participação.
Foi a primeira atividade da Casa de Cultura Umbanda do Brasil
Uma tarde inesquecível e um marco importante para a preservação da memória umbandista.
A Casa de Cultura da Umbanda do Brasil não é minha, não é da Cabana de Pai Benguela. É da Umbanda. É dos umbandistas.
Nós da Casa de Cultura da Umbanda do Brasil ficamos honrados com a presença de todos.
Diamantino Fernandes Trindade
Tarsila Costa de Oliveira
Diogo Azevedo
Tita Leal
Tati Giustino
Rita Durando
Susi Oliveira
Silvio Vinicus
Larissa Flausino 








sábado, 21 de janeiro de 2017

INICIAÇÃO À UMBANDA


Este livro chega à sexta edição pela Madras Editora. Antes dessas seis edições muita história para contar, nestes trinta e dois anos da obra.
A duas primeiras edições foram publicadas pela Tríade Editorial (Ícone Editora) entre 1985 e 1989 com autoria de Diamantino Fernandes Trindade. Foram também publicadas duas edições do segundo volume em parceria com Ronaldo Linares, Edison Cardoso de Oliveira e Esmeralda Salvestro Perusso. Uma nova edição dos dois volumes foi publicada em 1990 pela Daath Editora. Em seguida surgiram algumas edições clandestinas do livro chegando mesmo a serem retirados os nomes dos autores da capa (isto é Brasil).
Finalmente em 2008 a obra foi reformulada e, agora, em parceria com Ronaldo Linares e Wagner Veneziani Costa (Diretor-Presidente da Madras Editora).
Neste trabalho o leitor vai encontrar os fundamentos teóricos e práticos da Umbanda Tradicional, preconizada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas e seu médium Zélio de Moraes.




sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

COACHING


Como se dizia antigamente no Brasil, em relação aos norte-americanos: "Somos macaquinhos de imitação".
A moda atual é "Coaching". Tudo é Coaching.
Então, a partir de agora não sou mais Pai Espiritual, Pai de Santé etc.
Agora sou "Coaching de Santé". RSSSS.Acabei de ver no Google, no site do Instituto Brasileiro de Coaching, o depoimento de José Roberto Marques, presidente dessa instituição e Master Coaching Trainer, que Coaching significa tirar um indivíduo de seu estado atual e levá-lo ao estado desejado de forma rápida e satisfatória.
Agora entendo porque estão "formando" pais de santo, sacerdotes, "magos" ou seja lá que caralho for, de forma tão rápida. É o Coaching Astral. Como se fosse possível formar sacerdotes. Como se o sacerdote já não trouxesse a marca do sacerdócio impressa no seu campo astral. Como se já não trouxesse, ao encarnar, suas ordens e direitos do plano espiritual.
Não sou contra esses "cursinhos" a toque de caixa, pois sempre trazem algumas informações e subsídios para os que vão exercer, de fato e de direito, Agora pensar que esses cursos vão formar sacerdotes etc., é muito para minha cabeça.
Fico à vontade para falar, pois, ministrei alguns desses cursos (dois anos de duração). Só que sempre deixei claro que aquele curso não formava sacerdotes, tampouco Babalawos. Na Umbanda não existem Babalawos, que fique claro. Se alguém assim se intitula, dentro das tradições da Umbanda, é um problema dele ou dela.
A propósito, no idioma Yorubá "Babá" significa Pai e não Mãe. Certo Babás?
 Alguns poderiam dizer: mas você é um Babalawo!. Sim. Sou. (Babalawo Ifasoya Ifadaisi Agbole Obemo), de fato e direito, mas não dentro da Tradição de Umbanda. Sou Babalawo na Tradição yorubá de Orunmilá-Ifá, pois Ifá me mostrou o meu caminho nessa tradição e fui iniciado e consagrado por, ninguém mais, ninguém menos, que Otumba Adekunlé Aderonmu (Babá Jimy).
Ah! Zélio de Moraes! Ah! Matta e Silva! Ah! Benjamim Figueiredo!
Como seria bom se vocês estivessem encarnados, empunhando a espada da Lei e o chicote de Jesus que vergastou o lombo dos vendilhões do templo. Os vendilhões da Umbanda precisam sentir o corte da vossas lâminas e o vergastar do chicote.
Ao mesmo tempo me sinto egoísta querendo que vocês estivessem encarnados, pois tenho certeza que a vossa tarefa nessa dimensão em que se encontram é muito mias importante do que cuidar, de forma encarnada, das mazelas, do exibicionismo e do comércio sem vergonha da maioria dos dirigentes umbandistas.
Humildemente peço a benção a vocês três. Os três maiores médiuns e pilares que implantaram a Umbanda, religião milenar, no solo sagrado da Terra do Cruzeiro do Sul.
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OS TRÊS PILARES DA UMBANDA

Benjamim Figueiredo
Zélio de Moraes
Matta e Silva





IMAGENS DO ALTO


Bezerra de Menezes
Chico Xavier
André Luiz
Maria



"As melhores coisas da vida, não podem ser vistas nem tocadas, mas sim sentidas pelo coração"
Helen Keller






NUVENS NEGRAS SOBRE O PLANETA


Em 1918, após o fim da Segunda Guerra Mundial, o Caboclo das Sete Encruzilhadas fazia a previsão que camadas negras baixariam ao planeta Terra, e que por volta de 1968/1969 esses espíritos já estariam reencarnados em outros corpos, enviando grandes perturbações a este planeta.
E então?